terça-feira, 21 de maio de 2013
OS INVISÍVEIS no SUPER (jornal CORREIO BRAZILIENSE)
Matéria do jornalista Gustavo Aguiar sobre o livro OS INVISÍVEIS (il. Renato Moriconi, Casa da Palavra) publicada no caderno SUPER, do jornal CORREIO BRAZILIENSE, dia 18/05/2013. Clique sobre a imagem para ampliá-la!!! Hakuna Matata!!!
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Tino Freitas
OS INVISÍVEIS no jornal METRO BSB
Matéria da jornalista Nana Queiroz sobre o livro OS INVISÍVEIS (il. Renato Moriconi, Casa da Palavra) publicada no jornal METRO BRASÍLIA, dia 17/05/2013. Clique sobre a imagem para ampliá-la!!! Hakuna Matata!!!
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Lançamento do livro OS INVISÍVEIS em Brasília!
Tino Freitas e Renato Moriconi lançam OS INVISÍVEIS, sábado, na Livraria Cultura (Casapark)
Novo livro de TINO FREITAS será lançado nesse sábado, 18 de maio, as 18h, no auditório da Livraria Cultura (Casapark), com a presença do ilustrador RENATO MORICONI.
"Era uma vez um menino com um superpoder: na sua família só ele via OS INVISÍVEIS".
Nesse picture book, com muita sensibilidade, os autores tratam sobre um tema bastante complexo em nossa sociedade: a invisibilidade social.
Renato Moriconi vem de São Paulo exclusivamente para esse encontro e, ao lado do Tino, convidam para um bate-papo, histórias, autógrafos e guloseimas, afinal de contas, será também o ANIVERSÁRIO DO TINO FREITAS e ele gostaria de ganhar de presente, claro, a presença dos amigos!!!
Portanto, você não deve perder a oportunidade de levar esse livro autografado pelos autores. O livro faz parte dos três primeiros livros da novíssima coleção infantojuvenil da editora Casa da Palavra, destacada pelo jornal O Globo como "sofisticação para as crianças".
Compartilhe o evento; convide os amigos; apareça para um abraço, um sorriso e não esqueça: leve seus filhos, sobrinhos, netos e demais agregados!!!
Esperamos vocês no auditório da Livraria Cultura do Casapark - Brasília (DF).
Até lá!!!
OS INVISÍVEIS
Tino Freitas e Renato Moriconi
Editora Casa da Palavra
40 páginas - 22,30cm x 29,50cm
ISBN 978-85-7734-325-6
R$ 34,90
LANÇAMENTO DO LIVRO "OS INVISÍVEIS"
Bate-papo e autógrafos com a presença dos autores.
Sábado, 18 de maio, 18h, no auditório da Livraria Cultura (Casapark)
"Era uma vez um menino com um superpoder: na sua família só ele via OS INVISÍVEIS".
Nesse picture book, com muita sensibilidade, os autores tratam sobre um tema bastante complexo em nossa sociedade: a invisibilidade social.
Renato Moriconi vem de São Paulo exclusivamente para esse encontro e, ao lado do Tino, convidam para um bate-papo, histórias, autógrafos e guloseimas, afinal de contas, será também o ANIVERSÁRIO DO TINO FREITAS e ele gostaria de ganhar de presente, claro, a presença dos amigos!!!
Portanto, você não deve perder a oportunidade de levar esse livro autografado pelos autores. O livro faz parte dos três primeiros livros da novíssima coleção infantojuvenil da editora Casa da Palavra, destacada pelo jornal O Globo como "sofisticação para as crianças".
Compartilhe o evento; convide os amigos; apareça para um abraço, um sorriso e não esqueça: leve seus filhos, sobrinhos, netos e demais agregados!!!
Esperamos vocês no auditório da Livraria Cultura do Casapark - Brasília (DF).
Até lá!!!
OS INVISÍVEIS
Tino Freitas e Renato Moriconi
Editora Casa da Palavra
40 páginas - 22,30cm x 29,50cm
ISBN 978-85-7734-325-6
R$ 34,90
LANÇAMENTO DO LIVRO "OS INVISÍVEIS"
Bate-papo e autógrafos com a presença dos autores.
Sábado, 18 de maio, 18h, no auditório da Livraria Cultura (Casapark)
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Primeira Palavra é ALTAMENTE RECOMENDÁVEL PARA CRIANÇAS!!!
Recebo email dos meus editores Alencar Mayrink e Lourdinha Mendes informando que nosso livro PRIMEIRA PALAVRA (il. ELVIRA VIGNA, Abacatte) recebeu o Selo ALTAMENTE RECOMENDÁVEL PARA CRIANÇAS da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil). É o reconhecimento de uma grande instituição, que muito me deixa feliz. Aproveito para agradecer a todo mundo que apostou nesse projeto ousado e singular, principalmente à querida Elvira Vigna que, com sua arte, deu cores, formas e texturas incríveis à minha história, agora, nossa!!! Hakuna Matata!!!
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Tino Freitas
Papo pá pum com Tino Freitas!
Dia desses o pessoal da revista virtual GARATUJAS FANTÁSTICAS publicou a entrevista que dei para Thais Caramico na seção PAPO PÁ PUM!!! Foi super! Eles já entrevistaram muita gente bacana envolvida com a Literatura Infantil de todo o planeta. São sempre as mesmas perguntas - e aí a gente pode ver quão diferente pensa essa gente toda. Você pode acompanhar a postagem original da entrevista NESTE LINK ou pode ler a entrevista (somente texto) abaixo.
1) Você é autor, ilustrador, escritor, artista ou o quê?
2) Como é o lugar onde você trabalha? Não esqueça de detalhar sua mesa.
3) Quais cores e técnicas são suas melhores amigas?
4) Você gosta de brincar com as palavras?
5) Por que seus livros carregam o selo de infantil, se eles fazem bem para todas as idades?
6) Qual livro você gostava de ler quando criança?
7) Até cinco livros seus que você ama e uma obra de outro autor atual, que todo mundo deve conhecer.
8) Quando é melhor ler ou pintar?
9) Se uma garatuja estivesse ao seu lado agora, o que você escreveria ou desenharia para ela?
10) A propósito, o que é uma garatuja para você? E quatro garatujas fantásticas?
Uma garatuja é a expressão mais pura da arte como impulso. Uma força
primitiva, criativa. O rascunho, a faísca que acende a ideia (quando a gente,
ao mesmo tempo em que comunica, aprende a escolher os caminhos). Quatro
garatujas? Brainstorm!!! Muita coisa boa faiscante!!! Assim como esta revista
digital!!!
Papo Pá pum... com Tino Pum Freitas!!!
Sim, entendi que é um Papo Pá Pum... mas, naturalmente eu
respondi com uns Puns a mais. Então seguem abaixo minhas respostas para o Papo
pá pum pum pum pum... com essa turma do Garatujas Fantásticas. Hakuna Matata!!!
1) Você é autor, ilustrador, escritor, artista ou o quê?
Meu release diz: escritor, músico, jornalista, medirador de
leitura... Mas isso é porque a mídia sempre pede rótulos. Na verdade, a palavra
“artista” compõe melhor meu eu coletivo. Geralmente sou plural enquanto
escrevo: penso no formato do livro, quantas páginas, imagino a ilustração (e
vou pensando quem poderia ilustrar melhor aquela ideia). Quando pensei num
projeto de um jeito tão já pronto, fechadinho, achei que se tivesse um
ilustrador como parceiro eu não daria a ele a liberdade necessária e seria
muito, muito chato. No mínimo, perderia um amigo. Por isso me arrisquei na
ilustração e fiz um trabalho gráfico, vetorial, para os 3 livros da coleção Na
Ponta do Dedo, da editora Callis.
2) Como é o lugar onde você trabalha? Não esqueça de detalhar sua mesa.
Na maioria das vezes que nasce uma ideia, estou fora de casa.
Meu lugar é qualquer lugar, desde que haja caneta e papel. O Controle Remoto,
por exemplo, nasceu numa mesa de um café. O rascunho foi escrito ali em três
guardanapos. Gosto de escrever à mão. Riscar o papel. Só depois me sento à mesa
e coloco tudo no computador. Essa “pós produção” é que acontece em casa. Tenho
um quarto/escritório com uma mesa em “L” com um iMac cercado de impressora,
scanner, porta cacarecos mágico cheio de canetas que não escrevem, uns bonecos
de tecido, Cds, livros, cadernos, blocos de notas e muita, muita bagunça. Gosto
da minha bagunça. Mesmo quando parece que ela vai me engolir (na verdade, gosto
mais dela nessas horas). O porta cacarecos é mágico porque tem o estranho poder
de fazer desaparecer tesouras, estiletes, borrachas e réguas exatamente quando
mais preciso. Mas é nesse “paraíso” que moldo as histórias que vocês encontram nos
livros.
3) Quais cores e técnicas são suas melhores amigas?
Gosto dos azuis... acho que é culpa dos Smurfs. E, na seara
visual, gráfica, só me imagino trabalhando com ilustração vetorial. Ou não.
4) Você gosta de brincar com as palavras?
Palavra também é brinquedo. Acredito nisso. E há tempos sigo
aprendendo a brincar. E convidando os leitores a brincar comigo. Atualmente
escrevo uma história de uma personagem que só aprendeu 4 letras: OBDC.
5) Por que seus livros carregam o selo de infantil, se eles fazem bem para todas as idades?
A gente escreve para sensibilizar a infância, não é mesmo?
Então a vantagem é que são livros que as crianças TAMBÉM podem ler e se
emocionar. Mas que os adultos – talvez por uma questão de educação (ou falta
de) – não se dão ao trabalho de conhecer de forma espontânea. No Brasil, eu
entendo que esse “rótulo” (literatura infantil) se deve muito a uma questão de
mercado. Mas há características intrínsecas como a questão da utilização da
imagem como parceira do texto no complemento da leitura; o uso de um texto que
alcance esse leitor em formação. Enfim, há um porquê. Mas acho que é mais pelo
“TAMBÉM” do que pelo “SOMENTE” para crianças.
6) Qual livro você gostava de ler quando criança?
A primeira lembrança que me vem à memória quando penso em
leitura são os gibis. Me tornei leitor por causa deles. Mas quando penso em
livros, lembro da coleção TABA (em que histórias de Joel Rufino dos Santos
(Marinho, o marinheiro), Sylvia Orthof (Dona Lua vai casar), Ruth Rocha (Bom
dia todas as cores), entre outros, vinham acompanhadas de um discquinho com a
narração dramatizada do texto e músicas da MPB). Outro livro que não esqueço é
uma adaptação da Record para A Pequena Vendedora de Fósforos, do Andersen.
7) Até cinco livros seus que você ama e uma obra de outro autor atual, que todo mundo deve conhecer.
Cadê o juízo do menino? (il. Mariana Massarani, Manati) –
meu livro favorito, seja por questões emocionais (foi o primeiro), seja porque
as crianças A-D-O-R-A-M as ações e rimas malucas e, claro, procurar os
parafusos ao final.
Quem quer brincar comigo? (il. Ivan Zigg, Abacatte) – meu
primeiro livro-objeto (em que o livro ajuda a contar a história). Aqui, as
dobras agem como uma porta que se abre e à medida que a página de agiganta as
visitas são maiores.
Os Três Porquinhos de Porcelana (il. Walther Moreira Santos,
Melhoramentos) – Já disse nessa entrevista que palavra também é brinquedo. É
nessa fábula moderna que eu mais exercito essa ideia.
O Livro dasBolhas de Sabão (Callis) – Mais um livro-objeto, dessa vez, inspiradíssimo no
Press Here, de Hervè Tullet (um cara que eu A-D-O-R-O). Para mostrar que
livro-interativo não é exclusividade para e-books e tablets.
Os Invisíveis (il. Renato Moriconi, Casa da Palara) – texto
e imagem lado a lado, dialogando com o leitor, tocando num tema sensível
(invisibilidade social) e a serviço da emoção. Porque a boa literatura TEM que
emocionar.
A bruxinha e o dragão (Jean-Claude R. Alphen) – Tenho
gostado mais e mais do trabalho do Jotacê. Nesse livro (um dos melhores
publicados em 2012) ele arrasa com seu humor fino tanto no texto, quanto nas
ilustrações. Biscoito fino.
8) Quando é melhor ler ou pintar?
Estou sempre lendo. Mesmo quando ilustro uma ideia. É melhor
ler o tempo todo. Pintar, gosto de pintar o sete quando estou com os leitores
contando histórias ou falando dos livros. Me divirto tanto – ou mais até – que
eles.
9) Se uma garatuja estivesse ao seu lado agora, o que você escreveria ou desenharia para ela?
Eu tenho mania de interferir nas coisas, de dar palpite. Uma
vontade natural de me juntar a. Naturalmente intrometido, sabe? Nesse caso, provavelmente
eu faria mais garatujas, para dialogar – ou tentar - com a original.
10) A propósito, o que é uma garatuja para você? E quatro garatujas fantásticas?
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Tino Freitas
terça-feira, 16 de abril de 2013
Miau: tem Bichano no Estadinho!!!
Os gatos estão em festa aqui em casa: foi publicada hoje no blog do ESTADINHO (Suplemento Infantil do jornal O Estado de São Paulo) uma resenha supimpa sobre o livro BICHANO (Callis) que reproduzo abaixo. Antes, agradeço o carinho da Aryane Cararo, que assina a resenha. Boa leitura a todos!!! Hakuna Matata!!!
É papel, mas parece tablet
(Por Aryane Cararo)
Hervé Tullet é um francês que fez um livro em papel que até parece um tablet. Ou imita um. Ou brinca com um. Falamos sobre ele em abril do ano passado. Por que estamos falando dele de novo? Porque não tem como não lembrar de seu trabalho ao abrir o livro Bichano, de Tino Freitas. E mesmo porque Tino dedica o livro exatamente ao francês. Publicado no ano passado, esse livro ficou na nossa pilha de sugestões para entrar no blog do Estadinho e, lendo agora com mais calma, vemos que ele realmente merecia estar aqui, porque é muito legal.
Mais do que uma leitura, é uma brincadeira. E uma forma diferente de olhar para o papel, de pensar a leitura e de ver os próprios tablets. E de pensar na ilustração, que é toda feita com elementos geométricos.
Tudo começa com uma linha preta grossa atravessando a página na horizontal. E uma instrução: “Para acordar esta história, deite o livro para a esquerda e vire a página”. Com um carinho na página, surge um círculo azul. Outro carinho e agora são duas bolas azuis. As instruções não param: “Perfeito! Toque bem no meio de cada círculo!” E ao virar a página, não é que há um círculo menor dentro de cada círculo maior? É mais ou menos como funcionam os tablets, concorda? Então, Tino pede para você inclinar o livro para um lado. E lá vão as bolinhas para o lado que você inclinou. Depois, para o outro. E assim, de toque em toque, balançando o livro para lá e para cá, a ilustração vai ganhando forma e se transformando em um bichano. Até parece que é você que está fazendo tudo isso e criando o gato. E é mesmo, não é?
Se você não tivesse aberto o livro e virado página por página, ele ficaria para sempre aprisionado dentro da obra, sem vida. Um livro para ler com os dedos e com a imaginação!
Bichano. Autor: Tino Freitas. Editora Callis, R$ 39,90
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
QUEM QUER BRINCAR COMIGO? no BH da meninada!!!
Olha só que bacana encontrei hoje na internet: uma resenha super super da Fabíola Farias sobre o livro QUEM QUER BRINCAR COMIGO? (il. Ivan Zigg, Abacatte), publicada no site BH DA MENINADA. Nosso livro est;a na companhia de outros livros bacanas, numa seção chamada MENINADA QUE LÊ, e vale a pena a visita!!! Obrigado Fabíola. Ficamos todos felizes por aqui. Hakuna Matata!!!
A seguir, cópia do texto original:
Este é um livro divertido e envolvente, que convida os pequenos leitores a participarem de uma gostosa brincadeira em versos. Seu projeto gráfico arrojado, com páginas que se desdobram e "crescem" à medida que novos amigos-personagens se apresentam para brincar, materializa o delicioso ritmo que as palavras e as imagens dão à narrativa. Tino Freitas e Ivan Zigg, autor e ilustrador, desafiam as crianças a fazerem parte da história de maneira sensível e inteligente, oferecendo uma boa leitura para a meninada e também para os já grandinhos que sabem, ou pelo menos desconfiam, do que pode a literatura.
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